Redes de pesquisa apresentam resultados de estudo sobre inclusão produtiva rural em quatro países da AL
A Rede Brasileira de Pesquisa e Gestão em Desenvolvimento Territorial (Rete), a Red GTD-Paz (Colômbia) e a Red Gestión Territorial del Desarrollo Rural (México) promoveram, na última quarta-feira (19), seminário no qual foram apresentados os resultados do componente internacional do Projeto Produção Rural Inclusiva e Sistemas Alimentares: apontando caminhos para consolidação de nichos de inovação (Prisma). O programa identificou os desafios enfrentados por Brasil, Chile, Colômbia e México e as possíveis inovações que possam influenciar nas políticas públicas ou no setor privado para avançar nos processos de Inclusão Produtiva Rural (IPR).
O seminário
foi dividido em quatro momentos. No primeiro deles, a pesquisadora da Rete
Mireya Valencia, também da Universidade de Brasília (UnB), apresentou o
projeto, financiado pela Cátedra Itinerante de Inclusão Produtiva Rural do
Centro Brasileiro de Análises e Planejamento (CEBRAP) e pela Red de Políticas
Públicas y Desarrollo Rural en América Latina (PP-AL), e seus quatro casos de
estudo: Programa de Desarrollo Local (Prodesal), do Chile; Empresa Campo Vivo,
que integra o programa Sociedad de Beneficio e Interés Colectivo (Sociedad
BIC), da Colômbia; Nodos de Impulso a la Economía Social y Solidaria (Nodess),
do México; e Território Polo Sindical da Borborema, do Brasil.
Logo em
seguida, Francisco Herrera Tapia (Red GDT-México/ Universidad Autónoma del
Estado de México-UAEM), expôs, de forma resumida, um pouco sobre cada caso, os
comparou e registrou aprendizados, desafios e estratégias.
Brasil
Os investigadores
do Prisma estudaram o caso do Território Polo Sindical da Borborema, que
reúne treze municípios na região do agreste nordestino. Atuam no local sindicatos
de trabalhadores rurais, associações comunitárias, associação de produtores
agroecológicos feirantes (Ecoborborema), a cooperativa CoopBorborema, rede de
mulheres e agroindústrias caseiras e comunitárias.
As ações no
território ocorrem desde 1990 em direção de sistemas agroalimentares. Há
especial atenção a famílias em situação de insegurança agroalimentar. Ao
comentar sobre instrumentos e estratégias, Francisco afirmou que o caso
brasileiro é marcado por redes sociotécnicas, constituídas a partir de temas
mobilizadores e de experiências conduzidas pelas famílias, como cisternas,
sementes, mercados agroecológicos e quitandas.
Destacam-se
a ação coletiva, a articulação de redes para a organização de mercados
territoriais (sementes, mercados campesinos, cozinhas para processamento de
alimentos), os processos de longo prazo e a participação ativa das mulheres.
Entre os
desafios a serem enfrentados está o avanço de monoculturas, a inserção de
culturas produtivas não adaptadas ao bioma, altos índices de violência e o
fortalecimento de políticas de inclusão já existentes. O estdo também ressalta
que deve se evitar a dispersão de ações do Estado e fortalecer o apoio de
acordo com as necessidades dos territórios.
México
O programa Nodos
de Impulso a la Economía Social y Solidaria (Nodess) foi implementado pelo
governo federal em 2019, com base na Lei de Economia Social e Solidária do
México, e é coordenado pelo Instituto Nacional de Economia Social (Inaes),
vinculado à Secretaria de Bem-Estar Social do governo mexicano.
O Nodess busca
viabilizar a economia solidária a partir do desenvolvimento das capacidades
empresariais com apoio financeiro, organizacional e melhoria do ambiente
jurídico. Para isso, identifica alianças territoriais voluntárias para
viabilizar projetos. As alianças são compostas por instituições de educação
(universidades públicas – sobretudo a Universidad Autónoma del Estado de México
–, privadas e técnicas), governo local, estadual e federal, organizações da
sociedade civil, atores privados e de organismos internacionais. Mais de 60%
dos Nodess estão focados em projetos de soberania alimentar e processos
agroecológicos com impacto em outros territórios, assim como na gestão de
projetos de inovação social
O programa é
realizado no território de desenvolvimento regional do Mezcal (bebida popular
do México) e busca capacitar os mezcaleros, adequando as práticas já
existentes, além de promover acesso aos mercados, viabilizar o uso de
ferramentas digitais e formalizar as organizações de produtores. Destacam-se as
participações dos governos locais de municípios compreendidos na Denominação de
Origem do Mezcal e de grupos de produtores de mezcal artesanal. Há intenso trabalho
na coesão de atores nos territórios, capacitações em economia social e
solidária, comercialização e inovação, organização e fóruns para compartilhar
pontos de vista com produtores, investigação científica e laboratório biocultural.
Entre os
pontos positivos do programa estão: capacitação, disseminação de conhecimentos,
promoção de fóruns regionais de produtores e estabelecimento de um sistema de
certificação participativa. Já entre os desafios a serem enfrentados,
destaca-se a melhoria de indicadores que mensuram os resultados, fortalecimento
de espaços e projetos multiatores, aumento da produção de dados qualitativos e
quantitativos sobre os projetos e a situação da pobreza rural.
Chile
O estudo de
caso do Chile é o Programa de Desarrollo Local (Prodesal), política
voltada para aumentar a renda agropecuária de pequenos produtores, por meio de
acesso aos mercados e vinculação a serviços públicos e privados no campo. Há na
iniciativa um papel central do Estado, por meio Instituto de Desarrollo
Agropecuario (INDAP), para a transferência de recursos aos municípios através
de convênios de colaboração anuais. Em 2022, o Prodesal alcançou 69.151
usuários em todo o país.
Caracteriza-se
por aporte significativo ao desenvolvimento rural a partir da execução de dois
eixos de trabalho. O primeiro com objetivo de aumentar a produtividade das
atividades agropecuárias para o mercado de autoconsumo e promover articulação
com instituições públicas e privadas para apoiar essas atividades. O segundo
aborda a articulação do Estado com entidades privadas para conectar os usuários
a serviços e empregos e, consequentemente, melhorar as condições de vida.
Entre os
pontos fortes do Prodesal estão: fomento e crédito à atividade de
pequenos produtores com enfoque sustentável e agroecológico e fortalecimento de
apoio técnico adequado às especificidades territoriais e de capacidades e
segmentos sociais (mulheres). Já entre os desafios apresentados destacam-se:
aprofundar alianças com instituições de ensino, criar linhas de créditos para a
juventude e implementar um sistema de avaliação e monitoramento da política
pública, com fortalecimento e difusão da agroecologia.
Colômbia
A Empresa
Campo Vivo é um negócio social criado por Yuños Social Business, uma das
maiores multinacionais de batata, que apoia 525 famílias campensinas. O projeto
integra o programa Sociedad de Beneficio e Interés Colectivo (Sociedad
BIC), iniciativa voltada para incentivar o setor empresarial aos processos
de IPR.
Qualquer
associação comercial pode fazer parte da Sociedad BIC. Em 2020, o
número de empresas associadas era de 1.700. Estas empresas realizam atividades
de benefício e interesse coletivo e como contrapartida o Estado oferece
incentivos. São definidas quinze atividades, que englobam ações referentes a
modelo de negócio, governança corporativa, práticas ambientais, trabalho e
parceria com as comunidades.
O projeto impacta populações economicamente vulneráveis e territórios com baixos níveis de emprego, gera equidade e empodera as comunidades, potencializando as dinâmicas do setor privado com modelos de negócios inclusivos.
Reflexões e aprendizados a partir de
uma análise transversal dos quatro casos
Segundo Francisco
Herrera Tapia, o contexto sociopolítico nacional e o modelo econômico atual em
cada país são determinantes no desenho de ações com perspectiva da IPR e a
transição dos sistemas alimentares. Além disso, afirmou o investigador, os
casos permitem concluir que ainda não se chega com essas estratégias ao grupo
da população que está em maior vulnerabilidade. “Os excluídos entre os
excluídos”, disse.
Apesar
disso, continuou o especialista, os atores territoriais se mantêm ao longo do
tempo e são resilientes a cada mudança nas políticas públicas, sua gestão
territorial é animada por novos marcos de pensamento, instrumentos legais e
novas políticas públicas.
“É preciso atuar
de maneira mais decidida na criação e no fortalecimento de sistemas alimentares
mais sustentáveis, saudáveis e solidários, e a agroecologia segue sendo uma
opção factível”, afirmou Francisco. De acordo com ele, os quatro casos trazem
experiências e formatos diferentes, mas em todos é preciso identificar as
pessoas que mais precisam. Para tanto, recomenda-se que os países trabalhem com
indicadores como a pobreza multidimensional, calculem índices de exclusão
produtiva e estabeleçam estatísticas de condições de vulnerabilidades das
famílias.
O estudo mostra ainda que existem desafios importantes em torno das violências e extração de recursos naturais, como água, terras etc. Há ainda a necessidade de uma inclusão produtiva mais feminizada.
Políticas públicas federais
No terceiro
momento do seminário, representantes das gestões dos governos federais de
Brasil, Chile, Colômbia e México expuseram um pouco das políticas colocadas em
prática em cada país.
A agrônoma Natalia
Venegas Peña, que integra o Prodesal a nível nacional, no Chile, disse que o
programa funciona bem, com quase 300 comunas autônomas, a partir de convênios
com os municípios. Segundo ela, há cinco importantes aspectos no eixo do
projeto que visa a qualidade de vida: lugar de vida; serviços básicos; conectividade
física e digital; vulnerabilidade e educação. “Mas temos muitos desafios de
implementação”, afirmou.
Apesar dos
bons resultados, Natalia reconhece que o Prodesal é um tanto estático e tem apenas
um indicador produtivo, insuficiente para interpretar a diversidade de pobreza
e vulnerabilidade. “Os agentes são
agrônomos, o que dificulta a ferramenta social”, comentou. Entretanto, de
acordo com ela, será colocado em prática um novo projeto focado em
sustentabilidade.
Diretora de
Extensão Agrícola da Agencia de Desarrollo Rural da Colômbia, Laura Alexandra
Vásquez Forero enfatizou que a territorialidade é peça-chave para o
desenvolvimento de pequenos agricultores. “Atores territoriais precisam
conhecer suas competências e instrumentos de planejamento, a partir de planos
específicos. Os processos não podem evoluir se não há uma coordenação de âmbito
local e temos instâncias que facilitam isso”, disse.
Alianças estratégicas e dados
organizados
Ricardo
Castro Ruiz, engenheiro agrícola que atua no Instituto Nacional de la Economía
Social (INAES), do México, disse que uma vantagem do Nodess é o fato de ele
estar em uma área de governo voltada para o bem-estar e não à agricultura. O
programa, afirmou ele, é composto por alianças estratégicas com três atores fundamentais:
dois aliados base, organismo do setor social da economia que compreende as
necessidades dos territórios e instituições de educação de qualquer nível públicas
ou privadas; e um terceiro, de instâncias que promovem os princípios de
cooperação e solidariedade, como governo, empresas privadas, organismos do
setor social ou internacional.
Lilian dos
Santos Rahal, secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do
Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, do
Brasil, disse que recentemente foi assinado um acordo de cooperação técnica
entre diferentes órgãos públicos para retomar e fortalecer a atividade de
estímulo a compras públicas da agricultura familiar. “Trata-se de um tema
bastante estratégico e que vinha sendo abandonado. É a entrada no mundo dos
mercados que estamos tentando reorganizar para abrir oportunidades de acesso a
mercados privados para o público rural, especialmente o mais pobre que é o
nosso grande desafio”, afirmou.
A iniciativa
integra as políticas de inclusão produtiva rural, com foco nos mais vulneráveis,
que precisam ser identificados. Para tanto, segundo Lilian, o Cadastro Único (41,8
milhões de famílias cadastradas) é uma ferramenta decisiva, bem como o
cruzamento de informações com o Cadastro da Agricultura Familiar (3,9 milhões
de famílias registradas) e com as informações da previdência rural (10 milhões
de pessoas beneficiadas). “Usamos o cruzamento para chegar às pessoas de forma
mais organizada. Dá para verificar onde estamos chegando e enxergar os
beneficiários de nossas ações, mas mesmo com esse esforço, a inciativa nos leva
a encontrar mais gente em situação de vulnerabilidade”.
Retomada da ideia territorial
No último
bloco do seminário, três pesquisadores do Prisma fizeram uma síntese do
encontro com ênfase nos desafios e elementos que podem ser levados em conta
para aprimorar as políticas públicas e perspectivas nas pesquisas sobre a
temática da Inclusão Produtiva Rural.
Arilson da
Silva Favareto (um dos coordenadores da Cátedra Itinerante IPR do Cebrap/Universidade
Federal do ABC-UFABC) fez uma análise sobre as décadas de 2000 e 2010 para, ao
lado dos resultados das investigações do Prisma no Brasil, Chile, Colômbia e
México, projetar os próximos anos no que diz respeito à inclusão produtiva
rural na América Latina. “Nós da Cátedra Itinerante estamos muito interessados
no próximo período e olhar em direção a pelo menos três campos de inovação que
nos parecem ser importantes”, disse.
O primeiro ponto
tem a ver com o ambiente institucional das políticas para inclusão produtiva.
“Me parece que segue sendo um grande desafio pensar bem as formas de
coordenação”, disse. “Temos uma tendência a um alto grau de fragmentação que
pode limitar os resultados dos programas, e não podemos pensar que os atores
vão a coordenar instrumentos”, afirmou. “Se os instrumentos não são desenhados
de forma coordenada, se os instrumentos de políticas públicas não são
implementados de forma coordenada, fica muito difícil para os agricultores
coordenarem as iniciativas. Há que se pensar nos incentivos, nas formas de
gestão coordenadas para alcançar o mais alto grau de convergência”.
O
pesquisador disse que o segundo tema tem a ver com conhecimento. “Tenho a
impressão que nós conhecemos muito pouco sobre as estratégias de inclusão
produtiva das famílias, sobretudo das famílias mais vulneráveis. Já é um
tremendo desafio saber onde estão. Se queremos fazer políticas eficientes temos
de saber melhor quais são as estratégias, por onde passam os investimentos, de
expectativas de futuro destas famílias que temos de impactar com políticas de
inclusão produtiva”, ressaltou.
“O terceiro
tema importante é recuperar a ideia territorial que foi tão forte no começo dos
anos 2000”, disse Arilson. “O enfoque territorial nos permitiria falar de
investimentos agrícolas e não agrícolas, de temas ambientais, de temas
alimentares e de como conectar o lado da oferta com o lado da demanda”, afirmou.
Políticas flexíveis
A professora
Catia Grisa (uma das coordenadoras
da Red PP-AL/Universidade Federal do Rio Grande do Sul) também dividiu em
grupos o que considera serem os próximos desafios da IPR.
“O primeiro
ponto é que as populações rurais pobres padecem de múltiplas necessidades,
problemas multissetoriais. Essas múltiplas necessidades variam muito de país
para país, de região para região dentro dos países e entre territórios, que são
grandes desafios para as estratégias de inclusão produtiva e também da
superação da pobreza. As necessidades variam até mesmo dentro do próprio grupo
de estudo”, analisou.
Segundo Catia, no trabalho com políticas de inclusão produtiva, o uso de dois ou três instrumentos – como crédito, assistência técnica e extensão rural e mercados institucionais – se mostra insuficiente porque as múltiplas carências se sobrepõem. Entre elas estão: dificuldades de acesso à terra, à água, à educação, a tecnologias, à assistência técnica e extensão rural, a crédito, a infraestruturas, a meios de transporte e à energia. Além de eventuais distâncias dos mercados dos centros e territórios mais dinâmicos e a distância social dos mediadores.
Outro problema é o fato de
que as populações mais pobres estão mais vulneráveis aos efeitos das
transformações climáticas. “As políticas de inclusão produtiva devem ser
flexíveis e os desenhos e instrumentos que mobilizam ajustáveis aos diferentes
modos de vida e grupos sociais da agricultura familiar e campesina”, afirmou.
O segundo
ponto, continuou Catia, é que dificilmente será possível superar as múltiplas
carências se os projetos estiverem centrados em casos individuais. “O sucesso somente
será possível a partir da construção de redes ou alianças territoriais, como
vimos no caso de México e do Brasil”, disse. “Essas alianças podem envolver
diferentes governos, universidades e organizações privadas como os restaurantes,
do setor da gastronomia, chefs e das organizações dos consumidores que podem
ser atores chaves para valorizar os alimentos, os conhecimentos, os saberes e
sabores presentes neste contexto”.
O último
ponto, de acordo com Catia, é garantir ações de inclusão produtiva em todas as
políticas públicas, além de políticas específicas de inclusão produtiva. “Algo
como cotas de inclusão produtiva. As políticas para a agricultura familiar e
campesinos devem considerar a diversidade socioeconômica desde os agricultores
familiares mais estruturados até os mais vulneráveis, com chamadas para compras
públicas específicas, como por exemplo, para indígenas. Ou seja, instrumentos
muito específicos para populações mais vulneráveis”.
Inclusão cognitiva
Iván G.
Peyré Tartaruga (um dos coordenadores do Prisma/Rete/Universidade do Porto)
destacou que os estudos de casos mostram que a inclusão é um elemento central,
e há diversas formas de inclusão, economicamente, socialmente e politicamente.
“Mas nos parece que a inclusão cognitiva é uma das mais importantes, quer
dizer, as ideias, os pensamentos... que a inclusão parta dos conhecimentos
desses grupos vulneráveis. A perspectiva da inclusão produtiva e das inovações
inclusivas nos dá maior resiliência desses grupos sociais. Este tipo de
desenvolvimento demora mais, mas dura mais”, enfatizou.
A investigação
do Prisma, disse Iván, também propõe novos modelos de políticas de inovação. “Inclusão
de todos os tipos de política, sobretudo inovação, prêmios de incentivo à
inovação, compras públicas, benchmarking, entre outros”.
Outra
importante iniciativa destacada pelo pesquisador, é a questão da
sustentabilidade ambiental. “Isso é essencial para discutirmos economia neste
momento histórico, para que esses grupos vulneráveis integrem processos
produtivos, inovadores e que sejam duradores”.
Luciana
Travassos, pesquisadora da Rete e professora da Universidade Federal do ABC
(UFABC), moderou o seminário.
Prisma
O Projeto
Prisma é composto por dois componentes. O nacional, cujo objetivo é compreender
o que favorece o desenvolvimento das experiências bem-sucedidas caracterizadas
pela TIPR identificadas como nichos de inovação, para a condução de uma
transição para sistemas alimentares sustentáveis e inclusivos. E o componente
internacional, citado acima, que é desenvolvido em parceria com a Rede
Políticas Públicas e Desenvolvimento Rural na América Latina e Caribe (Rede
PP-AL).
A equipe do
Prisma é composta por: Carlos Mora (Chile), Juan Patricio Molina, Álvaro
Parrado e Luis Felipe Urrego (Colômbia), Francisco Herrera, Karina Poot, Marta
Garcia e Francisco Mendoza (México), Mireya Valencia, Paulo Diniz, Iván
Tartaruga, Mario Ávila, Cidonea Deponti, Luciana Travassos e Maicon Vieira da
Silva (Brasil).
Assista aqui o seminário na íntegra pelo YouTube da Red PP-AL



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